
Homem é alvo pela 3ª vez de operação contra exploração sexual infantojuvenil em SC
Um homem foi alvo pela terceira vez de mandado de busca e apreensão por exploração sexual infantojuvenil na quarta-feira (22), durante uma operação em Camboriú, no Litoral Norte de Santa Catarina, que investiga suposta posse e armazenamento de imagens envolvendo crianças e adolescentes.
O investigado já havia sido preso em flagrante nas duas vezes anteriores, mas está em liberdade, segundo o Ministério Público do estado (MPSC). O nome dele não foi divulgado.
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Os materiais apreendidos durante a operação serão submetidos à análise pericial. O MPSC não detalhou que objetos foram alvo do mandado.
As investigações apuram a suposta posse e o armazenamento de imagens e vídeos contendo cenas de exploração sexual envolvendo crianças e adolescentes, crimes descritos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
Nas duas vezes em que foi preso em flagrante, o investigado estava em posse de material de exploração sexual infantojuvenil. Ele não teve condenação ainda e não chegou a ser preso preventivamente.
Mais detalhes, incluindo o motivo que levou à soltura após as audiências de custódia, não foram divulgados porque o caso está em sigilo.
A operação foi realizada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO), por meio do Cybergaeco, uma força-tarefa com autoridades estaduais de Santa Catarina especializada em investigações e monitoramento de ambientes virtuais.
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MPSC/Divulgação
Investigado por comentários obscenos a filha de 2 anos de influenciadora é preso
Um recente caso de outro investigado que também foi alvo de mandado de busca e apreensão relacionado a crimes dessa natureza resultou em prisão.
Há uma semana, o homem apontado como autor de comentários “obscenos e explícitos” nas redes sociais à filha de uma influenciadora, de apenas 2 anos, foi preso preventivamente em Tubarão, no Sul de Santa Catarina.
Uma operação em 18 de junho já havia apreendido dispositivos eletrônicos dele, investigado por crimes de conotação sexual na internet. O mandado de prisão foi expedido pela Justiça com base na análise desse material.
Além da prisão, ele foi denunciado pelos seguintes crimes, previstos nos artigos 240 e 241-B do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA):
Produzir, reproduzir, dirigir, fotografar, filmar ou registrar, por qualquer meio, cena de sexo explícito ou exploração sexual, envolvendo criança ou adolescente – com vítima em que ele tem relação de parentesco
Produzir e armazenar conteúdo de exploração sexual infantojuvenil por 88 vezes distintas
A denúncia foi feita pela influenciadora Luma Cavalcante, que compartilha conteúdo sobre maternidade para mais de 150 mil seguidores, denunciar o caso.
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